A Igreja sempre "demonizou" o Rock'n'Roll, mas o
termo "rocking" surgiu entre os cantores gospel do início do século
XX, para designar as pessoas que, através das canções de louvor, alcançavam o
êxtase. O "sorrisão" da foto é de Rosetta Atkins Tharpe Morrison, a
precursora e verdadeira Mãe do Rock'n'Roll (ainda bem que houve uma MÃE no
começo de tudo. Um PAI costuma dar m$%&a, não sei por que)
Conhecida pelo seu nome "artístico", Sister
Rosetta Tharpe tinha facilidade com o violão elétrico, o piano e uma ótima voz,
ao interpretar os hinos nas igrejas de Chicago. Quem criou o termo
"Rock'n'Roll", foi um jornalista dessa cidade, ao descrever as
gravações dos hinos na voz de Rosetta. A música que dá título a essa "coluna" (Strange Things Happening Every Day), foi a primeira música
gospel a atingir o Top 10 da Billboard.
Portanto, não foi Marty McFly quem criou o som que Chuck
Berry pensava em fazer.
Em 1940, sua fama a levou a fazer turnês pelos USA, com
"The Jordanaires". Ela quebrava paradigmas MESMO: banda com uma cantora
negra com 4 acompanhantes brancos? Relacionamento afetivo (não confirmado) com
Marie Knight, que a acompanhava no piano (em outra fase da carreira)?
Mas nem só de hinos gospel cantados por poderosas e
empoderadas mulheres se criou o Rock'n'Roll. A revolta expressa nas letras dos
Blues foi incorporada no "caldeirão" e a receita foi disseminada por
um bonitão, bom moço, e rebolante, Mr. Elvis (branco) Presley.
Um pouco mais tarde, em Birmingham, um certo guitarrista
chamado Antony perdeu a ponta dos dedos em uma prensa e resolveu adaptar cordas
e trastes para poder “sentir” seu instrumento, mesmo com próteses na ponta dos
dedos. O som ficava “distorcido e pesado”, pois era o único modo de tocar:
cordas leves (de banjo) e trastes baixos. Nascia o “peso” do Rock’n’Roll com
Mr. (Sir?) Tony Iommi.
O resto é história!
Dia 13 de JULHO - DIA MUNDIAL DO ROCK'N"ROLL

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