sexta-feira, 3 de outubro de 2025

The Answer is blowing in the Wind


"E se o professor que você mais rejeita, for o único capaz de te libertar? A vida sempre sabe o que está fazendo. Você que não entendeu a lição." São essas as palavras do perfil @sobrebudismo que eu sigo no Instagram, que acabaram por me motivar a escrever na noite do dia 03/10. Fazer um novo texto para o blog no mesmo dia, na mesma sexta-feira, seria fugir da minha proposta inicial do blog. Mas não me custa refletir sobre algo que mexeu comigo. Enquanto estou aqui no meu happy hour solitário, fico pensando quais seriam os professores que me afrontam e me ensinam mais do que aqueles que me são dóceis e fraternos. É muito contraditório, mas é excitante também. Afinal, aprendemos com o exemplo e não com a confrontação. E o Budismo prega que "aqueles que põem o dedo na ferida demonstram o quanto ela ainda está aberta", o quanto de você ainda precisa ser curado. Sempre podemos aprender, por mais idiotas que consigamos ser. Apanhando ou seguindo os exemplos que a vida nos enfia goela abaixo, temos de perceber essas lições. No vento, talvez. "The answer my friend, is blowing in the Wind".

Mas a perspectiva de saber que você aprende melhor quando lhe chamam à ação, é interessante. Lhe confrontam, lhe contradizem. Tive exemplos, se for para puxar pela memória. São quase 60 anos, poxa! Já vi de tudo um pouco. O ruim de refletir sobre essas coisas importantes na vida, no "conduzir" da vida, no "sobreviver", é perceber que isso pode muito bem não ser lido por ninguém.



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