domingo, 19 de outubro de 2025

Sobre a Ilusão que Somos Nós


Hoje acordei científico. Ontem, zapeando pelo YouTube, deparei com uma reflexão que tomou conta do meu pensamento até o sono me vencer: somos ilusões! Tão certo como o Sol nascer por trás das nuvens desse dia borocochô. Vamos aos pontos que confirmam essa teoria (teoria?):

1) O Universo, segundo algumas correntes de pensamento, tem o tamanho da sua imaginação. Quanto mais conhecimento você adquire, maior ele fica, ou seja, é mutável também.

2) Sua imaginação, sua mente, seus pensamentos, suas reflexões; se tudo isso não for registrado, perde-se pelos vermes ou pela proteínas beta-amiloide (do Alzheimer). Assim sendo, é gerado na sua matéria cerebral, mas se não for transformado em material, esvanece.

3) Sabe-se que a menor partícula da matéria conhecida e registrada pelos cientistas, são os quarks, mas ao serem detectados, eles desaparecem em um bilionésimo de bilionésimo de segundo (tempo), pois são instáveis se separados. Os aceleradores de partículas promovem a colisão de nêutrons e prótons e assim os quarks são registrados. E desaparecem! 

4) Outra particularidade desses "tijolos fundamentais", se refere à carga magnética. Elas se repelem. Ao levarmos um elétron em direção a outro, tentando juntá-los, obteríamos a energia perfeita da fusão. Oppenheimer, lembrem-se, obteve a fissão (separação). Portanto, quando imaginamos estar segurando uma rosa, na verdade, estamos sentindo essa descarga de energia de repulsão entre cargas magnéticas, que interpretamos como "toque". 

Não tocamos em nada de verdade. Primeiro, por não haver nada para o “tocar” ou para “ser tocado”. É uma loucura pensar sobre isso, mas as provas científicas são cada dia mais evidentes. Tenho exprimido reflexões nesses textos a respeito de manter-se “na vibe” da positividade, da alegria em ser gentil e exalar bondade, do otimismo perpétuo. A insistência em sempre enxergar o copo “meio-cheio”. E outra reflexão me assola:

Se nós insistimos nessa proposta de ser sempre gentis e positivos, acabamos espalhando essa “coisa” entre nossos próximos e iniciamos um movimento em cadeia, uma sequência de acontecimentos que leva a difundir uma onda de bondade e esperança. Isso nos une. É a ideia básica das propostas religiosas também: amarmos uns aos outros, que significa estar todos trabalhando para o bem comum.

Seria a grande fusão o real propósito da matéria? Ou seja, evoluir a tal ponto que tudo se concentre em um buraco negro supermassivo no final de tudo. Para quê? Bem, tenho uma teoria. Como disse Neruda: começa com uma letra maiúscula e termina com um ponto e no meio você coloca ideias. Algo como: “O homem de preto fugia pelo deserto e o pistoleiro ia atrás”. Quem já leu a Torre Negra, sabe do que estou falando.

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