terça-feira, 28 de outubro de 2025

Dia a dia de Solitário

Eu estou fazendo errado. Estou fazendo errado? Não escrevi um texto no sábado e também no domingo. Morar só, exige alguma disciplina e tempo muito bem equacionado. Sábado é dia de limpeza e domingo, de preguiça. Porém a proposta continua a mesma: fazer o bem, ser gentil e sorrir sempre. Acreditar que são esses os detalhes que fazem o mundo ao nosso redor ser melhor. Escrever é um conflito para mim. Ao mesmo tempo em que deixo a imaginação e as emoções me guiarem, minha mente se abre a inúmeras associações e novas ideias. Quando desejo manter o foco em uma só história, essas associações bombardeiam o assunto principal e torno-me dispersivo. Por isso, sinto necessidade de me envolver com tudo ao mesmo tempo agora e em obter reconhecimento disso, poder de palavra, como professo no Facebook (visite minha página e verás).

Tenho três grandes histórias por escrever. Estão "meio" no papel e muito na minha cabeça. Ser gentil com o próprio ritmo pode não ser suficiente para pô-las todas na impressão diagramada e com ISBN definido, mas é esse o desejo. Memento Mori. Ainda mais agora que vejo isso claramente no dia a dia, com pessoas que sempre fizeram parte do meu mundo irem embora. É preciso saber viver, canta Roberto. A letra aliás, é uma "poesia vento", daquelas que floreia o assunto com belas frases, mas só. Não transmite uma lição. Fala-se de pedras no caminho e escolhas, mas não se conclui numa "lição de moral". É preciso fazer o certo, mesmo que isso seja uma batalha em que se luta só. Eu defendo a gentileza como forma de harmonizar o mundo, torná-lo mais UP. Sou gentil até comigo, ao tocar a vida no meu ritmo, na esperança que dê tempo para tudo. Porém é uma batalha imensa você decidir entre o prazer e a necessidade. Escrever é maravilhoso e me surpreendo com a capacidade que desenvolvi nesses 5 anos, quando decidi que me tornaria escritor de verdade e desenterraria das gavetas físicas e mentais todas as doideira que povoavam minha mente. Já lancei um livro físico. É uma coletânea de contos, mas é um livro. Quero lançar outro em 2026. Uma fantasia. No meu ritmo, com perseverança, gentileza e esperança de ter muito tempo pela frente.

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