A manipulação é provavelmente a ação mais abjeta de um ser humano em relação a outro. E é nesse quesito, que fundamento minha ojeriza pelos políticos. São manipuladores natos. Pessoas de boa índole, de educação, de leitura e visão, veem-se conduzidos para uma área de dúvidas que pode enlouquecer qualquer um. Não têm limites. Usam até mesmo obviedades de forma a desacreditar nossas convicções mais básicas. Fomos manipulados a crer que testar as crianças em provas de conhecimento, estabelecendo metas anuais de progresso, era errado. Não porque são mentes em desenvolvimento e merecem uma progressão suave em seu amadurecimento, e sim por conta da quantidade de mentes que estacionavam, absortos em distrações que relevam o ensino básico a um segundo plano. Atacamos o efeito e não a causa. Hoje, a geração de idiotas é ainda mais manipulável, ainda mais "gado". Políticos, em geral, inventam narrativas e conduzem a opinião pública ao seu bel-prazer. E para isso, usufruem de todos os meios disponíveis de comunicação, tornando a busca por coerência, uma luta árdua para aqueles que ainda detém a capacidade de interpretar o texto. Por isso, as convicções mais básicas são abaladas nas poucas mentes pensantes da população.
Comentar sobre
isso, qualquer com um domínio satisfatório de vocabulário e escrita poderá
fazer. Como estou fazendo aqui. O difícil é encontrar soluções para reverter
isso. O conselho insistente, deve ser, antes de tudo, solidário: faça o bem,
sorria sempre, objetive o melhor para todos. Só se inclue o "leia
muito", ao final do conselho principal. "Isso é manipulação também,
não?" Sim, é! Para vencer o mal, é necessário usar das mesmas armas, sem, no entanto, fazer o mesmo.
Como disse
Salvador Allende: "O mundo estaria a salvo se os homens de bem tivessem a
mesma ousadia dos canalhas!" É preciso usar as armas que a turba
compreende e assimila com mais facilidade. Se se impregnar toda a mídia com
textos, vídeos e influências que promovam o bem comum, não sobrará espaço para
os políticos se transformarem em líderes. Um líder caminha no final da matilha.
Salva os seus e se imola para preservar a maioria. Não o contrário. Pense! Seu
cérebro está aí para isso, afinal de contas.
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